Dia Mundial das Águas celebrado na Assembleia Legislativa do Ceará

22 de março de 2012 - 03:00

O calendário assinala, no 22 de março, o Dia Mundial das Águas, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Para comemorar importante data, a Assembleia Legislativa do Ceará, promoveu, nesta quinta-feira, 22, uma audiência pública, quando se deu ênfase  à preservação do meio ambiente, incluindo os seus manancias, utilizados para consumo humano e animal, sem falar do seu aproveitamento, no cultivo de várias lavouras, mediante a irrigação dos solos. Representando a Ematerce, o diretor técnico Walmir Severo Magalhães, que destaca a data, como um grito de alerta à humanidade, sensibilizando-a a não poluir riachos, rios, açudes, lagos, lagoas, mares e outras fontes naturais.

 

A Assembleia Legislativa do Ceará, por intermédio da Câmara Técnica de Acompanhamento das Políticas Públicas do Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos, instituiu o Pacto das Águas, que constitui uma experiência pioneira de articulação da sociedade pelo Poder Legislativo, para a garantia de uma gestão participativa, integrada e descentralizada dos recursos hídricos de forma a garantirá água em quantidade, qualidade e regularidade para a atual e as futuras gerações cearenses, conforme divulgou o Relatório de Acompanhamento do Pacto das Águas.

 

No Ceará, segundo o Engenheiro Agrônomo e Hidrólogo, Francisco Parente de Carvalho, apresenta um total de 12,5 bilhões de metros cúbicos de água armazenada, porém somente se pode utilizar 20%. O Brasil, na opinião desse profissional, concentra uma das maiores reservas de água doce do Planeta (12%).

 

Walmir Severo Magalhães, de blusa cinza, ao centro. Foto: Edilmo Gurgel.

 

Sobre o Dia Mundial das Águas, reportou-se Magalhães às orientações técnicas, recomendadas pelos extensionistas aos agricultores, sobretudo os que habitam a região semiárida do Estado, para que adotem, em suas propriedades, práticas conservacionistas, conservem os recursos hídricos potáveis e não contribuam para escasseá-los ou polui-los, usando-os sem critérios de racionalização e – o pior – tornando-os imprestáveis para consumo humano, animal e até mesmo para serem empregados na irrigação das lavouras e em outras atividades. “Nesta data, devemos lembrar que, em pleno Século XXI, devido às secas e à poluição dos recursos hídricos e dos solos, ainda morrem milhões de pessoas e animais por falta ou escassez de água em todo o mundo”, enfatizou o diretor técnico da Ematerce.

 

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