Barbalha: Ematerce participa de reunião ordinária do fórum caririense de economia solidária
19 de dezembro de 2013 - 03:00
Foi realizado, no dia 18 de dezembro de 2013, na sede da Associação de Agricultores do Sítio Coité, situado no Coité – Distrito de Arajara, município de Barbalha, uma reunião, cuja pauta constou do acolhimento de todos os agricultores que fazem parte do grupo de Economia Solidária, bem como de todas as instituições e entidades convidadas pela Coordenação do Focaes; apresentação das ações, desenvolvidas no ano de 2013, com breve relatório anual de todas as reuniões, realizadas em diversas cidades, dentre as quais, Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Várzea Alegre e Lavras da Mangebeira.
Feira da Agricultura Familiar, na qual são vendidos produtos originários das propriedades
assistidas pela Ematerce.
Constaram ainda da pauta discussões e encaminhamentos sobre o tema: Economia Solidária, com suas fortalezas, fraquezas, oportunidades e ameaças. Durante todo o evento, o grupo de Economia Solidária abrilhantou a reunião com os produtos da Agricultura Familiar local e da Agroindústria, como: banana, coco, coloral, café, pimenta, comiho, doces caseiros, artesanatos e licores. Sendo a última reunião do ano, houve a confraternização de Natal e Ano-Novo.
Reforçados os objetivos da Economia Solidária, o grupo se sente apoiado pelas instituições, que lhe dão suporte, a exemplo, da orientação recebida pela Ematerce. Em Barbalha, a Ematerce e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barbalha estão à frente sempre orientando e organizando as feiras, que acontecem, a cada dois meses, na segunda terça-feira.
As extensionistas Lindicássia e Socorro Cruz, com seus colegas de trabalho, prestam assistência técnica e assessoria sóciopedagógica aos participantes do grupo de Economia Solidária, grupo este que vem crescendo e se estabelecendo dentro da economia local e geração de renda, pois, além das feiras da troca, começaram a comercializar os produtos que são bastante procurados pela segurança no cultivo e também pelo custo ser bem mais em conta do que os industrializados e por virem direto do produtor, sem ter a intermediação do atravessador.
Assessor de Comunicação e Ouvidor
Jornalista Antonio José de Oliveira
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