Presidente da Ematerce e diretor técnico na reunião da Adece

4 de fevereiro de 2014 - 03:00

O presidente da Ematerce, José Maria Pimenta Lima, desdobrou-se, na manhã desta terça-feira, 4 de janeiro de 2014, ao participar de duas importantes reuniões: Agropacto e da Adece. Na primeira, estava acompanhado do diretor técnico da Ematerce, Walmir Severo Magalhães. A segunda teve como principal foco a exposição de um grupo do Sul do Brasil, interessado em instalar uma fábrica, para processar folhas (Orapronobis), uma cactácea, visando a obtenção de vitamina “A” e insumos para a indústria de cosméticos.

 

Ao centro, o presidente da Adece, Roberto Smith, presidindo à reuião. À direita, (o terceiro

da foto), o presidente da Ematerce, José Maria Pimenta.

 

Segundo Pimenta, o grupo sulino deseja cultivar, no Ceará, na região de Tauá, com a citada folha, uma área de 23 mil hectares. Dentre as vantagens, citou que pode ser colhida, durante todo o ano, havendo um aproveitamento do caule e dos frutos. Orapronóbis (Pereskia aculeata), do latimrogai por nós“, é uma cactácea, um cacto trepadeira com folhas.1 Tem espinhos e pode ser usada em cercas-vivas, desenvolvendo-se bem tanto à sombra como ao sol. Originária do continente americano, encontram-se variedades nativas dessa hortaliça perene, rústica e resistente à seca da Flórida, nos Estados Unidos, à região sudeste do Brasil.

 

De acordo com tradições populares, o nome teria sido criado por pessoas que colhiam a planta, no quintal de um padre, enquanto ele rezava em latim: Ora pro nobis. Sendo conhecido também como Lobrobô ou Lobrobó. O nome científico é uma homenagem ao cientista francês Nicolas-Claude Fabri de Peiresc, e o termo aculeata vem do latim e significa espinho, agulha. Acredita-se que o cultivo em larga escala do orapronóbis poderia representar uma revolução, nos recursos alimentícios da humanidade, devido a seu fácil cultivo, grande produção e alto valor nutricional. Encontrado em diversos estados do Brasil, em algumas localidades atingiu o status de ingrediente culinário, onde é refogado com vários tipos de carnes e é empregado em ensopados. Na cidade de Sabará, existe o Festival do Ora-pro-nóbis, onde é comum utilizar a cactácea para pratos culinários. Em Sabará também teria surgido a lenda de que o nome ora-pro-nóbis é uma referência a uma lenda que em uma época em que pessoas colhiam a planta no quintal da casa de um pároco, ele sempre rezava uma ladainha. Em Tiradentes, outra cidade brasileira de Minas Gerais, também há restaurantes que utilizam a ora-pro-nóbis, sendo apreciado o frango com ora-pro-nóbis. (Fonte: Wikipedia – Internet)

 

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