EMATERCE: PALESTRA SOBRE AÇÕES EXTENSIONISTAS DA CAJUCULTURA NO 22º FRUTAL 2015

4 de setembro de 2015 - 03:00

O assessor estadual da Ematerce, no âmbito da Cajucultura, Eng.º Agrº Egberto Targino Bomfim, proferiu, no dia 2 de setembro de 2015, durante a 22º Frutal 2015, uma palestra, cujo tema central foi “Projeto de Expansão e Recuperação da Cajucultura do Estado do Ceará”. Ele aproveitou a oportunidade e mostrou as ações extensionistas que a Ematerce desenvolve, de forma conjunta, sob a coordenação da Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Ceará (SDA).

O assessor estadual da Ematerce, Targino Bomfim (Foto), em sua palestra, destacou que, no Ceará, assistida com a cultural do Caju é de 410.560 hectares, sendo 77. 360 com cajueiro-anão precoce e, com cajueiro-gigante, de 332.706 hectares. Em seguida, informou ter sido a produção de castanha de caju, no ano de 2011, de 111.718 toneladas.

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Técnicos, agricultores e interessados em assuntos da Cajucultura do Ceará prestigiaram

a palestra do assessor técnico da Ematerce, Engº Agrº Egberto Targino no Frutal 2015.

Ainda sobre a atuação da Ematerce, afirmou que foram assistidos 47.560 produtores, dos quais 70% são produtores familiares. Acrescentou, em seguida, que foram gerados, em termos de empregos diretos, no campo, 25 mil e na indústria 16 mil. Destacou, ainda, Targino que a Ematerce assistiu 9 mil produtores de caju, envolvendo um total de 90 técnicos.

Cajucultura no Ceará

A respeito da Cajucultura do Estado do Ceará comentou estar distribuída em 6 polos: Extremo-Norte, Baixo-Acaraú, Litoral-Oeste, Metropolitano, Litoral-Leste e Cariri, abrangendo 61 municípios. O Litoral-Leste é o que apresenta maior produção de castanha (26%), seguido do Baixo-Acaraú (25%) e do Metropolitano (22,6 %).

Falou, ainda, sobre o Programa de Substituição de Copas, iniciado em 2009, apresentando uma área trabalhada de 23.560 hectares, envolvendo o corte e enxertia de 955.750 plantas de cajueiros improdutivos. O primeiro ano de produção, estabilizada, das plantas renovadas já se iniciou, e prevê-se uma produção de castanha de 15.290 toneladas, pedúnculo 137.614 toneladas e lenha 955.000 metros cúbicos³. Ressaltou que gerou uma repercussão financeira de R$ 45.870.000,00 com a venda de castanhas, R$ 20.642.500,00 com pedúnculos e R$ 11.467.680,00 com lenhas que movimentam os negócios da região.

Ao longo dos últimos 6 anos, asseveou Targiono que o Governo investiu, no supracitado programa um montante de R$ 12milhões e, em apenas um ano e meio, considerando somente a venda da castanha, ICMS, gerado, fará o retorno de todo o capital investido. Vale salientar que o Programa de Distribuição de Mudas iniciou-se. no ano de2007, e apresenta uma área trabalhada de 26.191 hectares, englobando um total de 5 milhões de mudas de cajueiros distribuídas. O primeiro ano de produção, estabilizada, das plantas distribuidas já se iniciou, e prevê-se uma produção de castanha de 12.572 toneladas e de pedúnculo 113.148 toneladas.

No tocante à produção, acima mencionada, disse que gerará uma renda de R$ 37.716.000,00 e R$ 16.972.500,00, respectivamente, para castanha e pedúnculo. A venda da castanha gerará também um volume de ICMS em torno de R$ 6.000,000,00; Lembrou o assessor técnico estadual da Ematerce que o Governo investiu R$ 10.000.000,00, no Programa de Mudas (período: 2007 a 2015). Portanto, em dois anos todo o capital investido em mudas também estará devolvido aos cofres do Estado do Ceará.

 

Texto : Assessor de Comunicação e Ouvidor da Ematerce

Jornalista Antonio José de Oliveira

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FOTOS: Coordenador de Eventos da Ematerce

JORNALISTA Francisco Edilmo Gomes Gurgel