EMATERCE ENGAJA-SE NA 2ª ETAPA DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA FEBRE AFTOSA
17 de novembro de 2016 - 03:00
A exemplo do ano passado, por ser a empresa do governo estadual com maior capilaridade, no interior do Ceará, a Ematerce engaja-se na 2ª Etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, iniciada no dia 1º de novembro de 2016, e que ficará encerrada, no final desdte mês, sem prorrogação, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Cearál (Adagri), responsável pela citada campanha em todo o território cearense.
Ao centro, o presidente da Ematerce, Antonio Amorim, tendo, à sua direita, o coordenador
Estadual da Adagri, Joaquim Sampaio, e, à esquerda, o gerente de Apoio Técnico da Ematerce,
Cláudio Matoso.
Para solicitar o envolvimento dos extensionistas da Ematerce, nessa campanha, foi feita uma reunião, na manhã do dia 16/11/16, no auditório do Centro Gerencial da Ematerce, em Fortaleza, presidida pelo presidente Antonio Rodrigues de Amorim, acompanhado do coordenador estadual do Programa de Erradicação e Prevenção de Febre Aftosa, Médico Veterinário Joaquim Sampaio, lotado na Secretaria da Agricultura, Pesca e Aquicultura do Ceará (Seap), do gerente estadual de Apoio Técnico(Geate) da Ematerce, Cláudio Matoso, além dos gerente regional, Antonio Sales, dos escritórios locais da região Metropolina de Fortaleza.

Para o presidente da Ematerce, Antonio Amorim, a parceria da empresa, na supracitada campanha, é de fundamental importância, haja vista que, devido à sua capiliaradidade, contribuirá para o aumento dos índices vacinais, que estão ainda baixos, em relação à 1ª etapa, em maio último, quando alcançou, a meta, vacinando, com a Adagri, 93% do rebanho bovino e bubalino do Ceará, ou seja, 2,5 milhões de animais, em mais de 80% das propriedades rurais, o que correspondeu a 143 mil unidades. A meta é vacinar 100% dos rebanhos de bovinos e bubalinos. Lembra o presidente Amorim que a vacinação é obrigatória a fim de que o Ceará continue na zona livre de aftosa com vacinação.
Vale salientar que o agropecuarista, ao não vacinar seus animais, será identificado pelo sistema da Adagri, receberá a visita de um fiscal agropecuário do Estado, que fará a autuação e aplicará a multa, no valor de 18 reais, por animal não vacinado. Explicou Sampaio que, após o pagamento, o criador de bovinos e bubalinos serão autorizados a comprar as vacinas, sem falar do impedimento para obtençao do Guia de Trânsito Animal (GTA).
Texto: Jornalista Antonio José de Oliveira
Fotos: Assessor de Comunicação Antonio José de Oliveira
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